Dezembro 21, 2012
Análise da 2ª temporada do X Factor USA

Acabou a 2ª temporada do X Factor USA com a vitória de Tate StevenszZz e, mais uma vez, o público americano votou como se estivessem assistindo ao American Idol ou The Voice.

O talent show começou muito bom, mostrando uma Britney durona logo na fase de audições, interpretando um personagem que os produtores criaram pra ela, numa tentativa de posicionamento parecido com o de Simon no programa. Talvez para dar um direcionamento pra ela, já que a mesma assumiu que teve vontade de desistir no 1º dia por ser algo totalmente diferente do que ela já fez. O fato é que fica claro que foi algo criado no começo para aparecer nas edições, já que nas etapas seguintes, Britney foi bem mais econômica nas críticas (e nas palavras).

Na etapa de bootcamp, podemos vê-la dando opiniões mais pessoais quanto o descontentamento com Willie Jones e Sister C, todas criticadas pelo público, mas que mais tarde só provou que ela estava certa (ambos acts não duraram na competição). Nesta etapa, o programa teve grandes perdas no casting: Julia Bullock (que traria um elemento super cool e alternativo para os programas ao vivo), Jessica Espinoza (uma Kelly Clarkson in-the-making) e Jeffrey Adam Gutt (que com certeza teria trazido mais dignidade e representado melhor a categoria dos Over 25s).

Nas judge homes, todos os jurados fizeram escolhas certas e foram objetivos no que a etapa seguinte exigia. Adorei Demi ter sido sensata em não levar Jillian Jensen pros live shows, afinal ela tinha uma fanbase mais pela história de vida triste que pela voz em si, que inclusive, chegava a ser irritante acompanhada com aquela cara de choro eterna dela.

Os lives shows finalmente estavam chegando e prometiam muito, só que infelizmente foi a fase do programa mais fraca e desestimulante de assistir. Primeiro por essa decisão idiota de revelar as votações semanais ao vivo, isso acaba influenciando a votação privilegiando alguns (Carly e Tate) fazendo com que o público esquecesse que existiam outros candidatos bem mais interessantes na competição. Foi aí que começou todo o hype na Carly, assim como a Ella no X Factor UK, que ambas tinham algo em comum: mesmo com vozes incríveis e impecáveis, as performances quase sempre eram sem emoção, de músicas lentas e não tinham presença de palco, nem envolvimento com a plateia. As candidatas que prometiam alguma coisa no quesito performance, já que achávamos que tinham o pacote completo, decepcionaram: Paige foi transformada em uma mistura vomitada de Lady GaGa com Rihanna, não conseguia cantar e dançar ao mesmo tempo sem cagar nos vocais, o mesmo que aconteceu com CeCe que por diversas vezes teve oportunidade de crescer no programa e só piorava cada vez mais, tirou toda a identidade dela. Sem falar no visual nada a ver de loira oxigenada que me chocou a primeira vez que vi. A CeCe fierce que vimos no começo do programa passou a forçar uma imagem de coitadinha que chorava mas até hoje não vimos uma lágrima cair dos olhos dela e foi para uma direção totalmente oposta a que esperávamos dela nos live shows.

Quanto as mentorações, todos jurados cometeram seus erros. Simon nem se via nas sessões de aconselhamento com os acts dele e por várias vezes fez escolhas de músicas desastrosas que não combinavam com o estilo dos seus candidatos. KD uma música animada, divertida e clássica de girlband pras meninas do Fifth Harmony cantarem e dançarem? O que víamos toda semana eram 5 meninas presas aos seus lugares marcados, fazendo movimentos desengonçados e cantando como se fossem 5 acts solo. Só no final que mostraram alguma luz no fim do túnel com a performance da temporada, Anything Could Happen, mas infelizmente logo depois voltaram ao que eram. Falando nelas, Simon só se deu conta do poder que elas tinham com o público depois que os Emblem 3 (protegidos dele) saíram, mas já era tarde demais. E KD Emblem 3 com músicas cool como as que cantaram na audição? Simon quis fazer com eles o mesmo trabalho que fez com o One Direction no X Factor UK, mas simplesmente não deu certo porque são dois tipos diferentes.

LA assumiu nas judge homes que tinha ficado insatisfeito com o seu time, mas logo que Tate e Vino ficaram no Top 5 das votações semanais, virou orgulhoso do nada. Mesmo assim, como mentor escolheu músicas qualquer coisa, esquecíveis e previsíveis.

Demi que se mostrou boa como jurada, simplesmente fazia dos candidatos dela fantoches pra realizar suas mais loucas ideias. Resultado: ela que tinha a categoria com maior possibilidade de se destacar no programa por ser a faixa de jovens adultos que geralmente os telespectadores jovens mais se relacionam e que entregam performances completas, foi perdendo seus acts merecidamente pelo trabalho cagado que fez com eles e nem chegou com um na final. Jennel que era a mais forte do grupo vocalmente e que poderia ter sido uma rockstar performática nos lives, teve suas asas cortadas a cada semana, foi mudada visualmente para uma versão clone da Demi e foi sumindo na competição. CeCe que eu esperava ser a Cher Lloyd dessa temporada, decepcionou semana a semana, foi pra diversos bottoms e ironicamente foi a única a sobrar na categoria Young Adults.

Já Britney, acertou nos primeiros lives quando tentou mostrar Carly e Diamond de uma forma mais divertida e correspondente a idade delas, mas logo foi criticada injustamente e aí que a possibilidade dela ajudar seus acts a se tornarem reais performers acabou. Ela passou a escolher pelo óbvio para agradar ao público chato que votava no programa e que só gosta de coisa monótona e linear (por que esse povo não vai ver American Idol e The Voice?). Arin era o único que entregava um show completo, mas infelizmente não tinha carisma pra formar uma fanbase que votasse por ele e Beatrice que eu também apostava em se destacar da Carly por ser mais alternativa, só vi cantar músicas lentas, chatas e os figurinos terríveis não ajudavam em nada. Uma coisa que me incomodou também foi que algumas vezes Britney empurrava ideias que ela gostava sem nem saber se o act estava à vontade com aquilo, mas nada grave, no fim era a Britney performer querendo passar seus ensinamentos, mas dentro de uma categoria quadrada como essa, ela não pôde mostrar seu potencial.

Os jurados perderam o foco demais no decorrer do programa. Eles estavam julgando voz como se fosse American Idol e The Voice. Esqueceram que a diferença do X Factor e que o faz mais interessante que os outros talent shows do tipo é que eles procuram alguém completo, com beleza, carisma, talento vocal, presença de palco e saiba entregar performances memoráveis ao público e que se reinvente toda semana, se mostre versátil, não seja a mesma coisa toda semana (como foram Carly e Tate, ironicamente os preferidos desde o começo do programa, mas que nunca foram alertados por isso pelos jurados).

Simon podia sabotar ano que vem esse casting, evitar qualquer resquício de country, fazer algo mais jovem e pop como as edições do X Factor UK que Cheryl foi mentora. Prevejo sérias mudanças pras temporadas do USA e UK ano que vem, já que essas temporadas foram terríveis. Australia foi a única que sambou com a vitória merecidíssima da diva pronta Samantha Jade que já está arrasando nos charts. Também queria que mudasse o dia dos results que é um porre porque quando eles cantam pra se salvar é só baladinha chata, af. Era pra rolar performances também nesse dia pra eu ver os candidatos querendo sambar mais que o outro ou pelo menos escolhas de baladinhas mais pop, pfvr.

Já quanto ao futuro dos candidatos desse ano nos EUA, acho que os únicos acts com possibilidade mercadológica no mainstream são os meninos do Emblem 3 que só pela beleza e corpos já deixam legião de meninas enlouquecidas. Talvez CeCe Frey tente alguma coisa, não aposto muito nela, mas quem sabe ela volta com tudo e impressiona? Características pra isso ela tem de sobra, falta ser mais bem treinada por alguém profissional. E as meninas do Fifth Harmony, quem sabe continuam, já que ganharam destaque do meio pro fim do programa. Seria uma boa pros USA finalmente terem uma girlband que preste e cante de verdade, né? Pena que é aquele tipo de projeto com os dias contados. Lyric145 eram muito bons também, se bem produzidos podem bombar nos charts. Carly provavelmente vai fazer sucesso com o 1º single pelo buzz que ganhou com o programa e depois cair no esquecimento, tipo Susan Boyle e Leona Lewis (quero ver esses “fãs” comprarem o 2º CD, acompanhá-la quando ela tiver lá embaixo nos charts, isso é tudo fogo no rabo do momento, dizer que curte a Carly se torna algo legal, eles se sentem cool rs). Já Tate Stevens deve seguir a praga de quem vence talent shows: nunca vai ser um artista consagrado, vai provavelmente aparecer nos charts country, mas pro resto do mundo vai continuar sendo um cantor WHO de country como qualquer outro, não oferecendo nada de novo.

Pelo menos tiramos uma coisa de positiva nisso tudo: o X Factor ajudou muito Britney a recuperar sua confiança em frente às câmeras. Ela pôde se tornar íntima do público novamente e ter a tarefa inédita na sua carreira que foi ajudar novos talentos. Eu a adoraria voltando numa próxima temporada para continuar evoluindo. Ela não foi 100% nessa porque afinal foi a 1ª vez dela fazendo algo assim, mas tenho certeza que numa 2ª ela voltaria mais forte, mais experiente - de preferência na categoria Young Adults, onde ela poderia explorar melhor sua experiência performática que não pôde se aplicar muito à categoria dos Teens. Conhecendo como tudo funciona já, ela se soltaria mais ainda. No conjunto, senti falta de comentários mais consistentes dela, principalmente nas etapas dos live shows. Tudo bem que ela vai direto ao ponto, mas senti falta de mais consistência nas críticas, como as que a Demi faz, por exemplo (com algumas exceções rs). Mas enfim, o balanço final foi positivo, finalmente realizei meu sonho de ver minha rainha no meu talent show preferido, mesmo ainda preferindo a ideia dela no UK que tem mais talentos pop e onde ela poderia trabalhar melhor seu lado mentora, além de que poderia ter ao seu lado Cheryl ou Kylie, já imaginaram que perfeito que seria? *-*

Dezembro 13, 2012
12/12/12: 10 anos de 200 km/h In The Wrong Lane

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No início de 1999, o produtor musical russo Ivan Shapovalov e um parceiro de negócios desenvolveram planos de criar um projeto musical na Rússia e organizaram audições com vocalistas femininas adolescentes. No final da audição, eles reduziram a busca para as 10 melhores meninas que se destacaram na aparência e na experiência vocal e entre elas estavam Lena KatinaYulia Volkova. Mas os produtores começaram a trabalhar com Lena que tinha 14 anos na época gravando demos. Ainda assim o produtor insistiu que outra menina deveria ser adicionada no projeto e, no final de 1999, Yulia foi adicionada formando o duo. Os produtores então decidiram que o nome do projeto seria Тату, soando como tattoo em inglês e também um encurtamento de uma frase russa que significa “esta menina adora essa menina”, tudo a ver com o que mais tarde seria o posicionamento das meninas ao público e imprensa em geral.

Durante o ano de 2000, Lena e Yulia começaram a gravar músicas juntas com os produtores. Trevor Horn - conhecido produtor e compositor no Reino Unido - ficou encarregado de escrever a versão internacional de Ya Soshla s Uma, 1º single do duo do debut álbum russo 200 Po Vstrechnoy. Trevor acabou escrevendo e produzindo a música mais memorável das meninas, All The Things She Said, Not Gonna Get Us e Clowns (Can You See Me Now). Uma curiosidade sobre a faixa original é que a versão russa (e o álbum russo também) é levemente mais eurodance e eletropop que a versão em inglês, mais pop rock. Sobre a música, ela descreve a turbulência na alma de uma menina porque ela está apaixonada por outra garota, mas tem medo do julgamento da sociedade, pedindo a seus pais perdão. Elena Kiper, uma das escritoras da música, disse que a ideia surgiu quando ela adormeceu no consultório de seu dentista e teve um sonho em que ela beijou outra mulher. Ela acordou dizendo em voz alta: “Я сошла с ума!” (Ya soshla s uma, que significa “Eu perdi a minha mente”, frase mantida na versão em inglês “I’ve lost my mind?”.

A versão em inglês do álbum foi finalmente lançada em 2002, intitulado de 200km/h In The Wrong Lane. O 1º single All The Things She Said foi sucesso mundial na Europa e América, conseguindo ser #1 em 13 países, além do chart europeu geral. O marketing de falsas lésbicas criado pelo fundador do projeto foi o grande chamador de atenção e gerador de buzz ao redor do nome t.A.T.u. Elas eram realmente namoradas ou somente amigas liberais? Essa confusão e dúvida só ajudaram mais ainda as meninas se tornarem conhecidas mundo afora e divulgarem seu trabalho. Esse foi o primeiro e único single delas a entrar no Hot 100 da Billboard com peak de #20. O clipe da música mostrava as duas vestindo uniformes de colegiais católicas cantando juntas debaixo de chuva e neve e eventualmente se beijando do outro lado de grades de um portão enquanto são assistidas por uma multidão transeuntes. O que dá pra entender do clipe é que parece que a multidão está assistindo essas duas meninas lésbicas que sentem que estão presas dentro de suas emoções. O vídeo termina quando as meninas caminham à distância livres quando a chuva para, revelando que os espectadores são os verdadeiros prisioneiros da ignorância.

Not Gonna Get Us foi escolhido como 2º single em maio de 2003. Musicalmente, a canção é eurodance e liricamente fala sobre o grupo fugir de pessoas que não entendem o amor entre elas. A versão original russa se chama “Nas Ne Dogonyat”. O vídeo mostra o característico lado obscuro que quase sempre são tratados em seus clipes e músicas: começa com fotos delas na prisão (os famosos mugshots), fugindo num caminhão pela neve da Sibéria. Nos charts, conseguiu #7 no UK Singles Chart e o #1 no Hot Dance Club Play da Billboard americana.

Quem não se lembra da performance icônica da faixa no MTV Movie Awards de 2003 com dezenas de garotas vestidas de colegiais dançando, se insinuando, fazendo strip-tease e se beijando?

No meio da divulgação do álbum, elas foram performar Ne Ver’, Ne Boysia representando a Rússia no Eurovision Song Contest em 2003. Ficaram com a 3ª colocação e a versão em estúdio depois foi incluída na coletânea de sucessos The Best em 2006.

O 3º single foi a baladinha 30 Minutes. No polêmico vídeo que mistura elementos infantis e sexuais, Lena está sentada num carrossel beijando e trocando apalpadas quentes com um rapaz enquanto Yulia os observa séria. Na cena em que aparece um seio de Lena foi usada uma dublê de corpo. Há cenas alternadas de Yulia escondida numa cabine de banheiro preparando uma bomba relógio. No fim do clipe, o trio é explodido no carrossel. A interpretação é ambígua, tanto fica implícito que Yulia realiza o assassinato-suicídio como forma de vingança pela traição de Lena com o rapaz, como pode ser que seja o resultado extremo de um amor platônico entre elas duas. A letra deixa a entender que essa meia hora do título se refere ao tempo que Yulia tem para decidir se vai fazer aquilo ou não.

Um cover de How Soon Is Now? dos The Smiths foi o 4º e último single, provavelmente uma das minhas músicas favoritas delas. A versão consegue ser melhor que a original por trazer mais obscuridade, melancolia e nostalgia pra música. Sempre que ouço, sinto como se tivesse com saudade de um tempo não vivido. É perfeita pra ouvir nas madrugadas frias.

Show Me Love começa com uma conversa de telefone em russo que em partes parece em português (sempre ouvia “eu não estou”), com instrumental lentinho explodindo num refrão agitado e explorando batidas eletrônicas no middle 8. Clowns (Can You See Me Now?), anteriormente planejado para ser o último single (e título de uma versão reeditada do álbum na Rússia), é synthpop e eletrônica. Malchik Gay, literalmente “Garoto Gay” (ou Mate O Gay, como parece a pronúncia), narra a frustração de uma menina apaixonada por um menino homossexual. Se fosse lançado como single, queria muito um clipe narrando uma história como a da letra. Stars é mais uma baladinha começada com os vocais suaves da minha ruiva Lena e intercalada com rap em russo da Yulia. O instrumental lembra aqueles sons orientais de O Clone. Quanto às vendas, o álbum conseguiu peaks de #13 nos USA, #12 no UK, #1 na Rússia com certificado de diamante por vendagem superior a 1 milhão de cópias e #1 no Japão sendo um extremo sucesso de vendas no país com 2 milhões de cópias em apenas 3 meses. Especula-se que 200 km/h In The Wrong Lane tenha vendido até hoje mais de 10 milhões de cópias, sendo a banda e álbum russo com maior vendagem no mundo inteiro.

O documentário Anatomy of t.A.T.u. exibido no fim de 2003 teve como grande revelação de que elas realmente não eram lésbicas. No início de 2004, elas legalmente acabaram o contrato que tinham com seus dois produtores criadores. Sobre o rompimento com Ivan Shapovalov, Lena disse: “Ele gasta seu tempo pensando em escândalos em vez de planejar o nosso trabalho artístico. Ele nos fez para ser lésbicas quando só estávamos cantando para lésbicas. Nós queríamos que as pessoas as compreendessem e não as julgassem, que elas são tão livres como qualquer outra pessoa”.

Depois do lançamento de mais 2 álbuns de estúdio, ambos com versões em russo e inglês (Dangerous and Moving e Waste Management), em março de 2011 foi publicado um comunicado de imprensa revelando o fim das atividades do grupo devido aos conflitos entre elas e a vontade de seguirem carreiras solo. Neste ano em que o álbum que levou elas à fama mundial completa 10 anos, ele foi relançado numa versão especial de aniversário com uma faixa nova da época das gravações de 2002 (A Simple Motion, versão em inglês do single russo Prostye Dvizheniya), um novo remix de All The Things She Said do Fernando Garibay, todas canções antigas remasterizadas e arte de capa diferente.

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Em apoio ao relançamento do álbum, Lena e Yulia se reuniram para performar os antigos sucessos All The Things She Said e Not Gonna Get Us no The Voice da Romênia.

Enfim, acho que depois disso, infelizmente elas não voltam mais e mesmo tendo achado interessantes os projetos solos de ambas (principalmente da Lena, minha favorita desde sempre), nunca vão ter o mesmo impacto que tiveram quando estavam juntas. Elas já têm seus 27-28 anos e talvez não se vejam mais rebeldes e causando como quando eram jovens, mas seria muito bom vê-las fazendo mais músicas inéditas juntas. Vai deixar saudade…

Dezembro 2, 2012
Minha review do álbum Unbroken - Demi Lovato

E não é que o Unbroken da Demi é bom? Resolvi ouvir esses dias e os featurings todos podiam ter sido singles bem sucedidos e ter clipes fodas, pena que ela é da Hollywood Records que não sabe divulgar os artistas deles :(

All Night Long, apesar de ter Timbaland, é um R&B muito bom, surpreendentemente vindo de Demi que era mais uma atriz que a Disney queria transformar em wannabe roqueira.

Who’s That Boy possibilita Demi mostrar que tem um lado cheio de swag, junto com a Dev. A faixa poderia ser facilmente da Cher Lloyd. Imagino elas dançando que nem a Rihanna mexendo o bumbum lentamente pros lados em What’s My Name.

You’re My Only Shorty tem participação do rapper Iyaz que eu não conhecia ainda. Gostei muito dessa.

Together é um delicioso featuring com o Jason Derulo. Dá vontade de cantar junto os “oh oh oh” no refrão com mãozinha pra cima e dançando numa boa.

Lightweight é uma baladinha que tem momentos chatos e legais, eu prefiro ela do middle 8 em diante.

Unbroken, faixa que dá nome ao álbum, é outra que poderia ser facilmente um single, as batidas eletrônicas são envolventes. Poderia ser a oportunidade da Demi explorar o estilo dance de uma forma bem interessante (torcendo pro novo álbum ser eletrônico).

Fix A Heart é uma baladinha bonitinha toda no piano.

Mistake é uma midtempo com refrão marcante.

In Real Life é deliciosa e os vocais da Demi me lembram muito os da Jessie J (além do instrumental que funcionaria muito bem se a música fosse dela).

My Love Is Like A Star tem uma vibe R&B interessante e me lembrou “The Trouble With Love Is” da Kelly Clarkson.

For The Love A Daughter é tipo “Daughter To Father” da Lindsay na versão da Demi.

DEVERIAM TER SIDO SINGLES: All Night Long, Who’s That Boy, You’re My Only Shorty, Together, Unbroken e In Real Life.

Enfim, Unbroken é mais um daqueles álbuns subestimados pelas pessoas que o julgam só pela cantora (eu mesmo tinha receio de ouvir). Se tivessem trabalhado esses singles, a imagem dela na indústria da música estaria bem mais valorizada.

9:33pm  |   URL: http://tmblr.co/ZDO6EyYY49lE
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Novembro 30, 2012
Minha review do álbum Warrior - Ke$ha

Escutei o novo álbum da Ke$ha, Warrior (deluxe) e adorei, quase não tem música que te faz pular e realmente cumpriu com o que ela prometeu: “Eu quero que seja uma mistura do que funciona no rádio e o que eu escuto no meu tempo livre”, além de ter algumas influências do rock dos anos 70/80.

Warrior é uma faixa clichê pra abrir o álbum e tem um dubstep super desnecessário e deslocado no clímax

C’Mon é Ke$ha do começo ao fim, mesclando tanto o lado rap e swag nos versos quanto a voz mais suave no refrão viajante

Thinking of You tem vibe rock, bateria presente e uma bridge e um refrão mais pop. A cara daquelas músicas que tocavam na trilha sonora dos 3 primeiros filmes American Pie <3

Crazy Kids alterna entre um instrumental de violão e versos de uma Ke$ha cheia de swag que lembra um pouco da Jessie J

Wherever You Are é uma midtempo romântica com refrão mais agitado

Dirty Love com a participação de Iggy Pop mostra um lado mais roqueiro da Ke$ha. Seria um interessante single, diferente de tudo que ela já fez antes. Quote: “I don’t want your fancy things / Champagne taste like piss to me”

Wonderland já começa com um piano à la You And I/Brown Eyes (GaGa) e deixa Ke$ha mostrar que pode ter uma voz suave e doce

Only Wanna Dance With You tem uma guitarra no instrumental que me lembra muito Blow Me (P!nk), um refrão rock e um solo de guitarra no clímax muito bom

Supernatural é a Animal do álbum, aquela faixa midtempo que te faz viajar escutando (principalmente no refrão) e claro, tem um punhado de dubstep, afinal, essa é uma faixa do Dr. Luke e depois do sucesso no Femme Fatale, ele tá disseminando o estilo

All That Matters (The Beautiful Life) começa com uma batida super envolvente e que vai crescendo até explodir num refrão super dançante. O middle 8 é viajante e dá a dica: “Put your motherfucking phones up”. É Ke$ha se rendendo a um bom eurodance. PRECISA ser single, pfvr! Super imagino ela dando close e fazendo carão com muito vento no cabelo no refrão. Adivinha quem é o responsável pela produção da faixa nos créditos? Max Martin, claro, fazendo música pop de qualidade since 1998 s2

BONUS TRACKS

Love Into The Light parece de início uma faixa fraquinha, sem nada a acrescentar, mas o refrão aparece pra salvar e dar alma pra música. Mais uma daquelas músicas pra ficar ouvindo de madrugada achando que tá na órbita de Saturno

Last Goodbye é uma faixa agitadinha com violão no meio do instrumental e um coro de “na na na” e assobios naquele clima hippies na praia curtindo um lual comendo marshmallows na fogueira

Gold Trans Am “é uma música que me faz querer trepar no meu carro”, Ke$ha já deixa claro no começo. Adoro a guitarra forte no refrão e o solo foda no middle 8. É uma daquelas bonus tracks que te faz questionar o porque não estão na tracklist standard. “Get inside of my fucking Gold Trans Am” 

Out Alive pode te fazer lembrar imediatamente de Girl Gone Wild (Let There Be Love feelings). AMO a voz louca dela na bridge: “NO ONE’S GETTING OUT ALIVE”. O refrão é bem dançante e explosivo. O middle 8 tem um dustep INSANO! É o tipo de batidão que vai te fazer soltar o lado mais selvagem e epilético na pista.

Past Lives poderia ser uma faixa da Lana Del Rey, o instrumental de início é a cara dela. Há uma voz masculina acompanhando ela no refrão.

POSSÍVEIS SINGLES: C’Mon, Thinking of You, Crazy Kids, Dirty Love, Only Wanna Dance With You, Supernatural, All That Matter (The Beautiful Life), Gold Trans Am, Out Alive.

Novembro 17, 2012
Minha review do álbum Pink Friday: Roman Reloaded The Re-Up - Nicki Minaj


Eu adorei as músicas desse relançamento, me surpreendi positivamente assim como o da Rihanna, as bitches tudo deixando a farofa, tô de cara .-. Não duvido nada que Katy Perry faça a Lana Del Rey no próximo CD rs. Enfim, é um álbum que traz de volta a essência Nicki Minaj que a gente gostou no Pink Friday.

Up In Flames começa com um coro bem gospel, depois Nicki começa a mostrar todo seu swag na faixa que tem uma batida envolvente e depois finaliza com um piano e um instrumental clássico digno de Lana Del Rey.

Freedom tem um refrão relaxante e uma vibe meio anos 90 muito gostosa. Gostei muito. Seria uma escolha de single interessante pra alguém como a Nicki.

Hell Yeah começa com o Parker cantando ao som de uma guitarra e um tambor e depois vem a Nicki com seu rap quando a batida fica mais insana.

High School tem uma vibe que me lembrou um pouco de What’s My Name no instrumental do início e quando a Nicki começa a cantar de forma suave. O rap do Lil’ Wayne encaixa bem na faixa, não fica desnecessário.

I’m Legit é uma daquelas faixas que se tornaram marca da Nicki já: ela fazendo rap epilético no refrão com uma batida estranha ao fundo e aquelas pausas que você já imagina as caras e bocas dela. Ciara se junta ao rap também.

I Endorse These Strippers já começa com gemidos dos participantes do featuring que tem tudo a ver com o título dessa faixa feita pra defender os strippers (?), o que é curioso considerando que as outras bitches do pop já se cansaram de fazer músicas apoiando as bees e outros excluídos.

The Boys é uma parceria divertida com a Cassie com refrão gostosinho que te faz querer cantar e dançar (até o chão) junto e logo depois Nicki se arrisca cantando uns versos de forma doce com violão ao fundo.

Va Va Voom foi uma ótima escolha como single por ter uma pegada anos 80 mesclada com o dance moderno. O refrão é totalmente chiclete, muito bom, te faz querer fazer a dança da motinha (lembram?).

Novembro 16, 2012
1 ano do show de Britney no Rio!

Hoje completa 1 ano que realizei um dos meus maiores sonhos: assistir a um show da Britney Spears. Desde 2003 quando passei a apreciar o trabalho dela pelo In The Zone venho acompanhando cada passo da vida profissional e pessoal dela que se tornou a minha maior ídola musical e maior influência. Inicialmente tentei comprar ingresso pro show de São Paulo, mas a pista premium se esgotou rapidamente e pra não perder, tive que optar pelo Rio e não me arrependi. Realizei dois sonhos em um só: ver a Britney de perto e conhecer o Rio de Janeiro que é realmente uma cidade maravilhosa. Cheguei à fila com meu amigo depois do almoço, já tava dando voltas na Praça da Apoteose e por intermédio de um dos conhecidos dele, conseguimos ficar no mesmo lugar que eles estavam, bem no começo da fila. A espera em pé foi cansativa, mas a presença de fãs que a gente nem conhecia facilitou tudo e ficamos conversando sobre tudo da carreira dela. Vi alguns dos fãs que só conhecia por internet, mas infelizmente não cheguei a conversar com nenhum porque não podia perder meu lugar. Finalmente abriram os portões às 17h30, a gente foi esmagado por causa dos empurrões, meu ingresso quase rasgou nessa loucura, demorou pra ser identificado pelo leitor digital, mas felizmente deu tudo certo e corri como nunca na minha vida pra conseguir alcançar o pessoal que tava comigo e que tinham entrado um pouco antes de mim. Quando chegamos recebemos água dos seguranças, depois tivemos que aguardar mais 3 horas lá dentro. O palco de perto é bem maior do que parece, mesmo sendo menor que a estrutura original da turnê nos primeiros shows da América do Norte. O aperto entre os fãs pra ficarem mais próximos do palco era grande e eu não conseguia mexer meus braços direito. Suei como nunca, apesar de que o clima no Rio estava ameno, nublado na maior parte do dia. Depois que as DJs do Copacabana Club tocaram seu set com músicas pop (Last Friday Night e We Found Love animaram a plateia que cantava como se estivesse num show de Katy/Rihanna e Born This Way que não foi bem aceita e recebeu vaias), arriscou uma chuva, mas logo parou. A contagem regressiva de 30 minutos finalmente começou nos telões laterais e a expectativa aumentava. Quando faltavam 2 minutos e o instrumental épico tocava, eu vi fãs do meu lado se abraçando felizes e começou a passar um filme na minha cabeça de toda minha história com Britney, todos os altos e baixos da carreira, todo o apoio que a dei, o carinho que tenho por ela e de repente tudo aquilo culminava ali: eu estava a poucos instantes de finalmente realizar um sonho de 8 anos. Comecei a chorar com essas lembranças na cabeça e me senti só já que meus amigos não estavam perto pra eu abraça-los também – todo buraco que eu via na frente, eu me enfiava e acabei ficando há 3 fileiras de pessoas na minha frente, bem perto do palco e quase no centro da visão da Britney, mais na parte esquerda do público. Quando a contagem parou e o telão central se acendeu, foi uma loucura. O vídeo de entrada começou e todo mundo delirou quando os telões se abriram ao meio e Britney surgiu maravilhosa, muito mais linda pessoalmente. Ela brilhava naquele palco pra onde fosse e não era só pelas roupas, mas pelo carisma e presença de palco inegáveis que ela ainda tem. Cantei, pulei, gritei como se não houvesse amanhã. Os fãs cantaram TODAS músicas junto. Quando chegou em Womanizer, tive que parar de cantar junto e guardar minhas forças pra Till The World Ends que seria a última música com a grande surpresa dos fãs com as plaquinhas de “oh” que arrancaram o sorriso mais lindo e sincero da nossa diva. Ela então subiu na plataforma e se transformou num anjo em meio a uma chuva de prata por trás. Depois da chuva de papel picado, vem aquela tristeza de que o a gente tanto sonhou por anos acabou tão rápido, 1h30 de show que podiam ser uma dia todo e não me cansaria. Saí de lá extasiado, sem ter caído a ficha ainda que tinha visto tudo aquilo que eu tanto acompanhava só por vídeos de fãs no YouTube. Ver todos os vídeos do telão, os acessórios que compõem o palco, os dançarinos e a própria Britney ali na sua frente é surreal. Gostem dela ou não, ninguém pode negar o magnetismo que ela consegue estabelecer com a plateia no show. Quem é fã desde muito tempo, não ligou pra coreografias medianas que nada lembravam as complexas do passado, nem a falta de maior interação e espontaneidade da Britney com o público, muito menos o playback, nada disso era capaz de ultrapassar a felicidade e excitação de ver tudo aquilo que você sonhou na sua frente. A energia que ela passa pra plateia e que enviávamos de volta pra ela foi maravilhosa, não é todo artista que comanda um palco cheio de artifícios como aquele. Agradeço a todos os fãs que fizeram daquele show uma experiência inesquecível (a própria Britney e os dançarinos se manifestaram nas redes sociais considerando-o o melhor show da turnê) e em especial a minha mãe que sempre me ajuda nas compras dos produtos da Britney assim como me presenteou com essa viagem e realização do meu sonho. Que venha a próxima turnê logo e eu possa rever minha loira no palco novamente ♥

Novembro 16, 2012
Minha review do álbum DNA - Little Mix

Ouvi o debut álbum das vencedoras do X Factor UK do ano passado e não tem nenhuma música ruim, só algumas com mais potencial pra single que outras. Gostei muito como um todo. Uma coisa é clara: elas não querem ser só mais uma girlband cantando electropop e as músicas mostram vários lados delas, passeando por elementos pop, R&B, rock e rap. Ponto pra elas, já que é um tipo de girlband que tava faltando no mercado.

Change Your Life começa com uma batida de teclado (que me lembra muito Here Standing das The Saturdays, só que obviamente mais rápida) e o refrão é explosivo.

Always Be Together é uma midtempo com refrão que comprova a harmonia deliciosa delas como um grupo.

Stereo Soldier começa com uns batuques de tambor bem Brasil e o refrão fica bem animado, a cara delas. As batidas no clímax depois do 2º refrão deixa tudo mais épico, super imaginei a batida aumentando e elas sambando haha.

Pretend It’s OK pode enganar que é baladinha com o piano inicial, mas logo ganha ritmo de midtempo nos versos seguintes até chegar no refrão viajante. Muito boa, grandes chances de ser um single de sucesso.

Turn Your Face é uma baladinha toda no piano. Bonitinha.

We Are Who We Are tem uma guitarra no instrumental muito boa, total verão, vibe super praia. Seria uma versão feminina de Live While We’re Young. Aposto como single.

How Ya Doin’? mostra o lado R&B das meninas. A harmonia delas no refrão me lembrou as Spice Girls, seria uma faixa que elas lançariam hoje em dia. Curti o barulhinho de vidro quebrando no refrão e o serviço de telefone rs.

Red Planet começa com uma batida épica e envolvente. O rap é a cereja do bolo na faixa.

Going Nowhere tem violão espanhol e os primeiros versos me lembram Mais Uma da Lista do Rouge. Já rola lançar como single só nos países latinos. Rapzinho também ficou interessante. 
Lembrando que foi escrita por Nicola FUCKING Roberts e produzida por Diplo, o que é interessante já que é um estilo de música que não esperava deles.

Madhouse tem versos acompanhados por tambores e um refrão super pop, divertido e poderoso. Pfvr, PRECISA ser single.

Love Drunk tem versos com batidinhas de palmas e garrafas. Do nada, o refrão explode com batida super rápida. Rap de novo, er, Leigh-Anne só serve pra isso no grupo? Achei a faixa meio confusa, mas acho que foi proposital até por causa do tema/título da música.

Make You Believe inicia com bateria super presente e me fez lembrar um pouco o ritmo dos versos de Dance Like There’s No Tomorrow da Paula Abdul. O refrão é épico e tem cara de ser hino pra cantar junto. Mixizinhas podem ser roqueiras também, tá? Daria muito valor se virasse single.

Case Closed é uma baladinha com intro de solo de guitarra apaixonante.

1:25pm  |   URL: http://tmblr.co/ZDO6EyXOkYa3
Arquivada em: Little Mix DNA album review 
Novembro 16, 2012
First listen: Rihanna - Unapologetic

Eu curti o Unapologetic da Rihanna, mas não entendi porque ela colocou as ruins logo no começo, dá uma má impressão do álbum, felizmente do meio pro fim melhora. Achava que ia ter mais farofa, mas ela até que me surpreendeu. As músicas que mais curti: Loveeeeeee Song, Jump, Right Now, What Now, Nobody’s Business (com Chris Brown!), Love Without Tragedy/Mother Mary (tem um instrumental total anos 80, delicioso), No Love Allowed (tem um baixo meio jamaicano e é gostosinha de ouvir) e Lost In Paradise. Como um todo, achei melhor que o Loud e o Talk That Talk que pra mim só se salvam os singles (com raras exceções). Ainda assim, o melhor pra mim continua sendo o Rated R, o último álbum conceitual e coeso dela.

Novembro 16, 2012
"Simon, she has more talent in her pinkie than you do in all your contestants put together."

— Britney Spears

Novembro 6, 2012
Minha review do álbum Lotus - Christina Aguilera

Lotus Intro começa boring e nonsense, depois fica legal quando os vocais da Xtina começam. Nada especial, só uma intro. Nada se compara a de Stripped s2

Army of Me tem versos de início com batidas gostosinhas, um refrão animado e um clímax cheio de altas notas

Red Hot Kinda Love já começa com vocais e batidas deliciosas. Tem apelo comercial. Xtina se ligue pra lançar como single, não faça a Biônica

Make The World Move que tem participação do Cee Lo Green (companheiro de The Voice) tem uma bridge que vai crescendo até o refrão poderoso. Tem uma vibe super Back To Basics

Let There Be Love tem batidas que lembram MUITO Girl Gone Wild e Celebration da Madonna e é a mais moderna, atual e comercial do álbum, super dançante. TEM QUE SER SINGLE e tirar ela do flop

Sing For Me é uma midtempo começa com uns barulhinhos que só me lembra a abertura de American Horror Story haha. Tem uma parada do meio pro final que você jura que acabou, mas enfim. Os ‘oh yeah’ no fim lembram a Mariah e a Xtina do Stripped. No geral, achei average

Blank Page tem uma letra linda, mas é uma baladinha comum, não me conquistou e olha que eu adoro as baladas da Xtina (sdds Lift Me Up)

Cease Fire começa com sons de serras bem AHS também haha. É a Gang Bang do Lotus. A faixa mostra Xtina com swag, falando toda nigga, imaginei bem Rihanna/Rita Ora cantando com os dedos apontados pra cima

Around The World tem um começo contagiante, também com swag, atitude, Xtina falando francês e um refrão que te faz querer junto. A bateria ao fundo é maravilhosa

Circles começa fechando com os primeiros versos: “Rode em círculos no meu dedo do meio”, tá, meu bem? Os versos também são cheios de atitude e o refrão tem uma batida bem rock. Adorei os gritinhos, risada, gemido e “motherfucker” dela no final

Best of Me começa lentinha e tem um refrão crescente com as backing vocals. Gostei mais dessa do que as outras midtempo

Just A Fool com o também colega de The Voice, Blake Shelton tem um refrão melódico apreciável e umas guitarras de fundo com vibe country rock

DELUXE VERSION BONUS TRACKS

Light Up The Sky é mais uma baladinha com refrão de pegada forte e que melodicamente lembra um pouco Already Gone da Kelly Clarkson

Empty Words, mais uma midtempo, é construída com versos marcados por uma bateria de fundo que culminam num refrão gostosinho de ouvir

Shut Up tem uma pegada Back To Basics, mas a letra é bem atrevida como as do Stripped. A risada dela no meio é ótima haha

POSSÍVEIS SINGLES: Army of Me, Red Hot Kinda Love, Let There Be Love, Around The World, Best of Me, Just A Fool.

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